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Desafios do Comércio Exterior para Pequenas e Médias Empresas


Ao longo dos anos, a humanidade começou a possuir necessidades em obter tecnologias que facilitassem o nosso dia a dia, onde cada vez mais era necessário uma máquina ou um serviço que realizasse o nosso trabalho para que ganhássemos tempo em outras tarefas. Com isso, inúmeras empresas foram criadas para produzir serviços e produtos que pudessem atingir as necessidades humanas, ou seja, o mercado consumidor. Entretanto, com o passar do tempo, tanto as mercadorias, como os serviços precisam inovar e crescer em outros mercados.


Dessa forma, muitas empresas perceberam que, mesmo sendo de pequeno porte, deveriam passar por inovações para continuarem “vivas” no mercado. E não só no mercado nacional ou doméstico, mas sim, alcançar consumidores internacionais. Porém, para se tornar um concorrente em um comércio internacional há desafios.


A seguir, iremos mostrar alguns desafios que empresas de pequeno e médio porte sofrem quando pretendem ingressar no mercado externo, isto é, exportar suas mercadorias ou serviços.


Nível de entendimento requerido no mercado


As micro, pequenas e médias empresas necessitam desenvolver o trabalho de internacionalização de seus negócios, seja importando ou exportando, em conjunto e sob a supervisão de um agente conhecedor. Com isso, o mercado e o destino de seus produtos e serviços será destrinchado e uma estratégia de implementação poderá ser aplicada da maneira mais proveitosa e benéfica possível para a empresa em questão. Atores especializados no serviço de internacionalização, como a Sage - Soluções Globais, orientam as empresas a seguir o caminho desejado e atingir seus respectivos objetivos da maneira mais proveitosa possível, elucidando as etapas dos processos de expansão internacional dos negócios. Esses agentes possuem o nível de entendimento exigido pelo mercado para aplicar e praticar as exigências legislativas e procedimentais das etapas nacionais e externas que envolvem o produto ou serviço trabalhado.


Conhecimento de parceiros, fornecedores e clientes no exterior


Outro desafio das empresas que trabalham com o comércio exterior é o desconhecimento de parceiros, fornecedores ou clientes nos países nos quais opera. Para aqueles que exportam, a dificuldade encontrada é a avaliação do cliente em relação ao produto ou serviço caso não disponha de ferramentas que permitam coletar informações sobre isso. Já os que compram podem ter surpresas desagradáveis com matérias-primas ou produtos adquiridos com fornecedores desconhecidos. O trabalho que envolve pesquisa e certificação sobre as empresas que serão envolvidas no processo é garantido por agentes especializados na metodologia de internacionalização do produto ou serviço. Esses atores desenvolvem um estudo específico e concreto que garantirá à micro, pequena e média empresa uma tranquilidade nas etapas e nos relacionamentos com outros sujeitos.


Adequação do produto ao mercado externo


É muito comum as empresas precisarem adequar seus produtos aos países para onde exportarão. Dessa forma, alterações podem ser necessárias em design, no tipo de matéria-prima e acabamento utilizados, composição, dimensões dos produtos, cores, quantidade de produto por embalagem, e tantas outras possíveis solicitações. Essas alterações, muitas vezes, implicam na produção de amostras e envio ao importador antes mesmo que um negócio tenha sido concretizado. As pequenas e médias empresas precisam estar preparadas para isso e uma dica é contratar uma empresa - como a Sage – Soluções Globais - que faça o estudo de tudo o que é necessário alterar em seu produto para ele se adequar corretamente aos requisitos do importador, facilitando assim a entrada do mesmo no mercado exterior e diminuindo as chances de ocorrer algum problema que atrase ainda mais a internacionalização da empresa.


Adequação à normas e certificações


Além das alterações visuais do produto para o mesmo se adequar corretamente ao país importador, também é necessário fazer mudanças não apenas para atender aos gostos e preferências de clientes do mercado externo, mas por ordem de normas e especificações técnicas do país de destino, que podem estar ligadas à higiene e saúde, segurança, prevenção de acidentes, etc. Para as pequenas e médias empresas, isso significa mais desafios: o de conhecer as normas técnicas dos países de interesse, realizar as modificações e obter as certificações de adequação dos produtos. Para facilitar esse processo, também é aconselhável contratar uma empresa que faça estudos sobre isso - como a Sage - Soluções Globias -, pois dessa forma, tanto as adequações de embalagem como as adequações fitossanitárias serão sanadas através desse estudo e ajudarão no processo de introdução do produto no mercado exterior.

Burocracia, documentação e legislação


O alto nível de burocracia costuma ser um dos piores problemas enfrentados no mercado, porém as proporções se ampliam quando o assunto é comércio exterior. Isso porque, além de lidar com documentações e regulamentações brasileiras, as empresas também precisam atender e interpretar as normas de outros países. Muitas vezes a burocracia é tão elevada, complexa e custosa que muitos empresários desistem de tentar obter isenções ou benefícios fiscais em situações específicas, como nos Acordos de Livre Comércio (FTAs). No que compete ao Brasil, processos antiquados, exigências governamentais que mudam com frequência e elevados custos são problemas comuns na área. Por exemplo, atividades como gerenciamento de despachantes e classificação de importação de produtos costumam ter elevado nível burocrático. Além disso, conhecer a legislação e a burocracia do mercado-alvo é algo inerente às operações de comércio internacional. A empresa interessada em acessar mercados externos deve ter pessoal próprio capacitado ou contratar empresas de consultoria - como a Sage - Soluções Globais - e assessoria para lhe auxiliar na elaboração e na execução de seu projeto de comércio exterior.


Necessidade de atualização tecnológica


As micro, pequenas e médias empresas tendem a ser menos atualizadas tecnologicamente perante seus concorrentes, principalmente aqueles de médio e grande porte. Assim, esse motivo acaba, de certa forma, exercendo pressão nas empresas e forçando uma reação, que seria o investimento em tecnologia. Com isso, essas empresas poderiam competir no mercado externo e até competir com concorrentes internacionais. Essa modernização nos processos de produção tem como visão o aumento da produção e da competição.

Posto isto, financiar tecnologias que possam melhorar a produção das micro, pequenas e médias empresas geralmente trazem receio aos microempreendedores, principalmente quando relacionado ao número de capital investido.


Financiamento da venda da produção


Um microempreendedor, quando precisa inovar sua empresa, geralmente necessita de um financiamento para que esse projeto possa se desenvolver, sejam empréstimos no banco, com instituições ou até mesmo familiares. Entretanto, mesmo com tantas opções de financiamento, é uma “aflição” que aparece em muitas microempresas que almejam o mercado internacional, pois no comércio internacional ,as modalidades de pagamento e a logística são mais complexas, onde há aumento do ciclo de produção, vendas e recebimento do pagamento. Dessa forma, é demandado um maior capital de giro da empresa exportadora, e nem sempre as microempresas têm o capital necessário disponível.


Embalagem e transporte


Na venda de um produto a logística é essencial para determinar o lucro das vendas. Todavia, a logística dentro do comércio internacional acaba sendo ainda mais complexa, demandando um maior tempo de viagem do o mercado doméstico, por exemplo. Em muitos casos, é necessário usar embalagens de transportes mais reforçadas, marcadas de acordo com as necessidades dos clientes e normas do país de destino da mercadoria. Além disso, o mais comum é que a carga seja acomodada em containers em quantidades que devem ser estimadas previamente para o correto cálculo de custos e preço de exportação dos produtos, assim como produzidas na quantidade correta, fazendo-se necessário um pessoal disponível e capacitado nas empresas para exercerem tal atividade.


Ingressar no mercado internacional, portanto, é realmente um desafio, mas não é algo impossível. Muito pelo contrário, para todo obstáculo há uma solução, e, apresentados os desafios que mais frequentemente surgem às microempresas, fazendo-as repensar em ampliar seus mercados, o real objetivo não é assustar, mas sim mostrar que eles existem e que podem ser superados. Mesmo com tantos problemas expostos, nosso governo apoia a iniciativa de exportação, não só ajudando, mas facilitando as microempresas que anseiam alcançar o comércio internacional. É importante lembrar que existem outras empresas que trabalham, de forma específica, para auxiliar as microempresas que desejam ingressar no mercado internacional.

Portanto, mesmo observando esses desafios, não desanime; participar do comércio exterior é o primeiro passo para o desenvolvimento da sua empresa, sem contar que exportar possui inúmeros benefícios, os quais alavancarão ainda mais o sucesso do seu negócio.


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