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Economias estrangeiras e a pandemia: o que esperar da vacinação?



Com a pandemia a economia de muitos países foi abalada. Uma grande parte dos países teve índices negativos economicamente, enquanto outros também apresentaram perspectivas ruins para o início deste ano devido ao atraso ou má gestão no processo de produção de vacinas ou gerenciamento da vacinação em massa em seus países. Por isso, o primeiro post do nosso Blog em 2021 trará a vocês alguns dados sobre o cenário oposto. A seguir apresentamos alguns países que, apesar da pandemia, apresentaram índices econômicos e sanitários interessantes e que realizaram grandes esforços para aplicar seus planos de vacinação de forma eficiente e, por isso, podem ter perspectivas boas para este ano:


HOLANDA



A Holanda é o país europeu que mais importa produtos brasileiros e tem se destacado há anos no consumo de nossos produtos agrários e no uso dos minérios brasileiros que recebem. O país também se destaca na produção de produtos agrários processados com valor agregado, o que justifica sua sinergia com o mercado brasileiro e fomenta seu consumo de nossos produtos. A lista de produtos que compõem a nossa relação com o país é vasta, mas os principais alvos de desejo holandês são o farelo de soja, o minério de ferro e tubos de ferro ou aço.

Com relação ao estado em que ficou com a pandemia, a Holanda, a qual possui aproximadamente 17 milhões de habitantes, inicialmente foi um dos países que melhor lidou com pandemia tendo um número de infecções baixíssimo por grande parte do ano de 2020. Entretanto, no final do ano, a segunda onda que atingiu a Europa, elevou consideravelmente os casos no país. Apesar disso, com a implementação dos programas de vacinação os casos voltaram a cair novamente e a tendência é que continuem em queda conforme a vacinação avance. Atualmente, em fevereiro de 2021, a Holanda conta com 14.000 mil mortos.


ALEMANHA



A Alemanha vem logo após a Holanda nos índices de importação de produtos brasileiros na Europa e também pode representar um mercado interessante para aqueles que querem adentrar no mercado europeu e não possuem interesse no mercado holandês. O país tem uma economia crescente em ritmo estável há décadas e é uma das principais potências econômicas e políticas da Europa. Destaca-se que os produtos mecânicos como peças automotivas, maquinários, ligas de ferro e aparelhos para telefonia lideram as nossas exportações. Todavia, o país, assim como a Holanda, também tem uma relação bem diversa com os produtos brasileiros e também consomem produtos agrários.

Com relação à pandemia, a Alemanha inicialmente também lidou razoavelmente bem com os casos de Covid-19, entretanto também foi afetada negativamente pela segunda onda na Europa no fim do ano passado. Apesar disso, planos de vacinação eficientes foram elaborados, além do país produzir nacionalmente parte de suas vacinas. Comparativamente com a Holanda, o país teve um número maior de mortes por milhão até o momento, mas a tendência de crescimento e melhora da situação deve continuar.


ESTADOS UNIDOS



Os Estados Unidos são, historicamente, o principal aliado econômico brasileiro no Ocidente. Eles têm desempenhado um grande papel na nossa balança econômica há décadas e tanto exportam como importam uma variedade considerável de produtos em suas relações com o nosso país. Além disso, o país apresentava um crescimento estável nesta década, o qual foi levemente abalado com a pandemia em 2020. Entretanto, este cenário provavelmente não persistirá por muito tempo e é capaz que eles retomem o crescimento ainda nesse ano, mesmo que não seja inicialmente nas mesmas proporções do período pré-pandemia. Entre os produtos que o Brasil mais exporta para este país estão óleos brutos de petróleo, produtos semimanufaturados derivados de ferro ou aço, peças do setor da aviação e outros tipos de produtos manufaturados.

Com relação a pandemia, os Estados Unidos tiveram um desempenho ruim na gestão da saúde pública, tendo sofrido bastante tanto na primeira quanto na segunda onda de infecções. Esse foi o principal motivo que ocasionou a regressão da economia americana em 2020. Entretanto, apesar desses fatores adversos, o plano nacional de vacinação foi elaborado cedo e a cada dia o país tem melhorado mais na quantidade de aplicações. Atualmente, o número de casos se encontra em queda vertiginosa e nos próximos meses é provável que o número de casos se torne ínfimo, habilitando a recuperação econômica do país e restaurando sua atratividade comercial.


CHINA



A economia da China se destacou nas últimas décadas por apresentar índices de crescimento muito elevados, quando comparado a outros países, além de ser um dos principais parceiros comerciais do Brasil. O país costuma importar muita soja, minérios, óleos de petróleo, carne e celulose brasileiros. Durante a pandemia, apesar do cenário de calamidade global que o Covid-19 gerou, o país da Ásia Oriental foi o único a apresentar expansão em termos econômicos.

Um fato interessante é que a economia chinesa, de maneira geral, estava bem estruturada para passar por privações. As reservas de capital do país eram altas o suficiente para absorver parte do impacto que uma crise poderia gerar. Sendo assim, somando a resposta de contenção do governo, que resultou em um rigoroso lockdown, e um planejamento estratégico para minimizar os efeitos da crise, a consequência foi um reduzido número de mortos e um avanço econômico.

O anúncio da chegada da vacina, dentro deste cenário, serviu como uma espécie de catalisador que acelerou a evolução da imunização e, consequentemente, da volta ao ritmo normal do país, tornando-o mais produtivo e recolocando os índices de crescimento econômico nos eixos.



Esses foram apenas alguns países que podem se demonstrar interessantes esse ano na área do comércio exterior. Caso tenha interesse em descobrir um perfil detalhado sobre um mercado específico ou realizar um levantamento sobre possíveis novos mercados para adentrar venha conhecer nossos serviços de auxílio à exportação! Oferecemos seleção de mercado-alvo, estudo para adequação de embalagens, análise estratégica de mercado e prospecção de fornecedores. Venha nos conhecer!



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